sweet child mine
- Filed under: ah para o, derrape, descobertas, falhou, mancada, ta brincando!, violencia
- Date: mai 4,2008
Realmente inacreditavel
http://www.mp3tube.net/musics/Brucelose-Sweet-child-mine/70365/
só pode ser zuera!
Realmente inacreditavel
http://www.mp3tube.net/musics/Brucelose-Sweet-child-mine/70365/
só pode ser zuera!
from Bruno Millano
to thiagomachado@gmail.com,
date Fri, May 2, 2008 at 4:54 PM
subject Senhas de acesso
Chefe
Só para te lembrar de me passar algumas senhas de acesso do BangBus!!!
Obrigadão chefe!!!
subject RE: Senhas de acesso
Prezado Bruno,
Não me peça este tipo de infomração, caso insista vou pedir o seu desligamento.
Recado dado.
Terça-feira, 29/04/2008
A noitada do jogador Ronaldo “Fenômeno”, no Rio de Janeiro, terminou em uma delegacia. O atacante do Milan se envolveu com três travestis e pode ter sido vítima de extorsão.
Video youtube ronaldo fenomeno e travesti na delegacia
O cara não tem culpa, é sempre os outros que ficam em cima dele, é um puta assédio
OBJETIVO PEDAGÓGICO:
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a
existência (o cérebro).
O curso é composto por quatro módulos:
Módulo I: Introdução (Obrigatório)
1 - Aprender a viver sem a mamãe (2.000 horas)
2 - Minha mulher não é minha mãe (350 horas)
3 - Entender que o Corinthians ser rebaixado não é a morte (500 horas)
Módulo II: Vida a Dois
1 - Ser pai e não ter ciúmes da filha (50 horas)
2 - Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas
(500horas)
3 - Superar a síndrome do controle remoto é meu’ (550 horas)
4 - Não urinar fora do vaso (1.000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja (500 horas)
7 - Como sobreviver a um resfriado sem agonizar (450 horas)
Módulo III:
Tempo Livre
1 - Passar uma camisa em menos de duas horas (exercícios práticos)
2 - Como controlar a vontade de se coçar em público (exercícios práticos)
Módulo IV: Culinária
1 - Nível I (para principiantes) - Os eletrodomésticos - ON/OFF =
LIGA/DESLIGA
2 - Nível II (avançado) - Minha primeira sopa instantânea sem queimar a
panela
3 - Exercícios práticos - Ferver a água antes de pôr o macarrão
**CURSOS COMPLEMENTARES* *
ATENÇÃO: POR RAZÕES DE DIFICULDADE, COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS
, OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 3 ALUNOS.
1 - A eletricidade e eu: Vantagens econômicas de contar com um
técnico competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem
homossexualidade. (práticas em laboratório).
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se
casado com ela.
4 - O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário?
(biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea).
5 - Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência).
6 - Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem
ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
7 - O detergente: Doses, consumo e aplicação.
8 - A lavadora de roupas: Esse grande mistério.
9 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão.
(exercícios com musicoterapia) .
10 - A xícara de café: Ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios
dirigidos por Mister M)
NÂO PERCA MAIS TEMPO… LIGUE AGORA MESMO!!!!!!
Sempre que posso, falo de Jeff Spicoli. Você sabe quem é: o mais memorável maconheiro da história do cinema, imortalizado por Sean Penn no filme Picardias Estudantis (Fast Times At Ridgemont High), até hoje exibido nos corujões da vida. A história trata das aventuras de um grupo de adolescentes às voltas com escola, praia e baladas. Lembro que, em 1997, para poder escrever sobre o assunto, cheguei a alegar que o filme estava completando 15 anos na época e uma data assim, tão crucial para o entendimento da cultura pop, não poderia passar em branco. Uma pesquisa mais detalhada dá motivos de sobra para o culto a Picardias Estudantis. A trama foi baseada em uma história real contada por Cameron Crowe à Rolling Stone. Foi o segundo papel de Penn, que nem imaginava que um dia comeria a Madonna e se tornaria um grande ator. Foi o segundo trabalho da diretora Amy Heckerling, que depois ficaria milionária com o original e a sequência de Olha Quem Está Falando (N. do E. - E com outro retrato definitivo de outra geração irresponsável, As Patricinhas de Beverly Hills). Foi a estréia no cinema de Eric Stoltz e Nicolas Cage, que ainda apostava no sobrenome e assinava como Nicolas Coppola.
Depois do cinema, Fast Times… virou série de televisão nos Estados Unidos. Uma geração de trintões que hoje posam de homens de negócios no Silicon Valley passou pelos ensinamentos de Spicoli. Até os Beastie Boys, em sua passagem pelo Brasil, em 1995, citavam a sabedoria do surfista-doidão. A camiseta oficial da turnê do grupo trazia de um lado o indefectível furgão que Spicoli transformava em sauna com seus chapas, de outro o bordão não menos indefectível usado pelo personagem para atazanar o professor ranheta: “Aloha, Mr. Hand”.
Estou falando tanto de Spicoli que quase esqueço o real motivo do cinismo alto astral deste mês: o filme Menino do Rio. Ou melhor, Ricardo Graça Mello. Ou, melhor ainda, Nelson Motta. A elite da qual pertenço, que tem TV a cabo em casa, assina a Net e ganhou o prêmio de poder assistir, pela enésima vez, o já citado filme. De cara, fica a conclusão que, se a juventude americana dos anos 80 foi moldada à imagem e semelhança de Picardias Estudantis, Menino do Rio é fundamental para se compreender o jovem silvícola que por aqui pululava naquela década.
Naqueles tempos pré-açaí, surfista no Brasil era quase sinônimo de hippie. A vida ideal incluía, obrigatoriamente, emprego em uma oficina de prancha, casa em frente ao mar, cabelo pigmaleão, jipe e viagem ao Hawaii uma vez por ano. Roupa, para ser legal, tinha de ser Fiorucci, Energia, Pró-Surf e Waimea. Para assoviar, “Mania de Você”. André de Biasi, no papel de Valente, personificava tudo isso. Mas quero dedicar mais espaço ao personagem vivido por Ricardo Graça Mello, Pepeu. Largado na vida, ele conserta pranchas com Valente. Até que o protagonista, revoltado com uma desilusão amorosa, vai pegar onda em um mar cabuloso e se afoga. Evandro Mesquita mergulha para salvá-lo, acompanhado por Pepeu. Nessa hora, Pepeu adquire um ar grandioso, épico até, e acaba morrendo no lugar do amigo – uma atitude tão nobre que lhe valeu um retorno na seqüência do filme, Garota Dourada, como Kid, gêmeo do falecido.
Ricardo Graça Mello é o retrato do cara bacana, “desencanado”, muito antes de existir essa palavra para designar o sujeito que não está nem aí. Começa o filme como virgem e acaba azarando a Claudia Ohana. Valente, de partida para o Hawaii, diz para Pepeu procurar lugar para morar e recebe como resposta um “eu me viro”. O mundo desabando ao seu redor, os amigos envelhecendo, e ele não pára de tocar seu violão. Por aí dá para sacar o quanto Pepeu ganha na comparação com Spicoli. Enquanto o americano pega o milhão de dólares que ganhou por salvar Brooke Shields de um afogamento e contrata o Van Halen para tocar em seu aniversário, o representante nacional morre para poupar a vida do amigo. Um lance bem latino, inconcebível na moral anglo-saxônica do farinha-pouca-meu-pirão-primeiro.
Menino do Rio segue resgatando figuras do limbo, provando que Sergio Mallandro e Cissa Guimarães um dia foram decentes. Na trilha sonora, painel do incipiente rock brasileiro, um nome surge com toda força: Nelson Motta, co-autor do trio de músicas que talvez mais espelhe o espírito da época, “De Repente Califórnia”, “Tesouros Da Juventude” e “Garota Dourada”.
Assim, como uma espécie de eminência parda por trás da criatividade dos garotos, o já coroa Motta desmente o sábio Humberto Gessinger. Em uma entrevista, o engenheiro afirmou que a maior banda do Brasil é o produtor Liminha. Discordo. Basta ver Menino do Rio para ver que tal troféu pertence a Nelson Motta.
Claro, ele sequer poderia supor que o zen-surfismo que professava iria virar o monstro conhecido como “rock brasileiro”. Mas as pistas estavam, para variar, também em Menino do Rio. Em 90 minutos, as únicas referências ao rock são a jaqueta de couro que o namorado de Patrícia (a saudosa Claudia Magno) usava na hora da briga com Valente pelo amor da garota e a célebre frase de Sergio Mallando, todo de branco para um casamento: “Estou me sentindo como os Beatles no começo de carreira, quando eles usavam gravatinha”.
Como é que ninguém adivinhou a merda em que estaríamos hoje?

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xuxa começou na manchete
engenheiros no primeiro show
primeiro disco do metro
mixto quente
vou na desconexão do nexo
até vejo a minha intensidade ao seu rumo
nem com ardor eu confesso
escrevendo sempre um verso
surgiu de uma forma sucinta e limpa
kilos de palavras ao vento
aqui voam porque sinto
alma tão cativante e linda
luz que persegue meus olhos
instigando meu cuidado e carinho
nunca me entorpeci deste jeito
de tudo mais raro encontro um sorriso
aquele sorriso, que so voce consegue dar